quarta-feira, 16 de julho de 2008

Andar a pé é "solução" para driblar os custos do transporte coletivo


Um estudo do Ministério das Cidades divulgado na última semana mostra que andar a pé é o modo de locomoção que mais cresce na região metropolitana de São Paulo, principalmente entre os mais pobres.Entre 1997 e 2002, o número de viagens diárias a pé representou 46% do aumento total de viagens da metrópole (3,8 milhões), se concentrando nas populações mais pobres, enquanto que o forte aumento da utilização do carro particular ficou praticamente restrito às classes médias e, principalmente, altas (acréscimo de 2,8 milhões de viagens/dia).O preço da condução é o principal motivo pela escolha deste meio de transporte entre os entrevistados que recebem até quatro salários mínimos. “O aumento das viagens curtas e a pé entre os mais pobres certamente vem refletindo a dinamização dos espaços periféricos e a forte heterogeneidade social que se acentuou na periferia nos últimos anos”, afirma o relatório.De acordo com o volume “Como anda São Paulo”, da série de estudos “Como andam as regiões metropolitanas”, as pessoas de todas as faixas de rende optam pela caminhada como meio de transporte quando o trajeto é curto e com duração entre 15 a 20 minutos. “Entretanto, a análise dos motivos que levam aos deslocamentos a pé, quando as distâncias não são curtas, vem esclarecer muitas das inadequações da oferta de transporte coletivo para este segmento e explicar grande parte das carências desse setor”, explica o documento.O transporte a pé entre as pessoas que recebem até dois salários mínimos passou de 57% em 1997 para 62% em 2002, enquanto que o uso de veículos motorizados –coletivo e individual – passou de 43% para 38%, com queda percentual principalmente no uso do ônibus (que passou de 21% para 18% entre as viagens desse grupo), mas também no metrô e trem (de 3% para 2%).A pesquisa destaca, no entanto, que há uma acomodação com relação às restrições por parte da população de baixa renda, que transforma “os espaços da vizinhança em destinos de viagem possíveis de serem alcançados”. “As conseqüências destas estratégias para o cotidiano dessas populações realimentam os circuitos internos de reprodução da pobreza”, explica o documento.Segundo o estudo, garantir a mobilidade desses grupos através de políticas de transporte público acessível é uma estratégia importante de combate à pobreza, pois as restrições atuais deixam esta população sem acesso ao mercado de trabalho e aos equipamentos públicos de educação, saúde, cultura e lazer.Planejando as cidades para o pedestreEspecialistas vão além e advertem que é preciso repensar para quem as cidades estão sendo planejadas, se é para o trânsito ou para as pessoas. “Famílias com renda acima de R$ 2,1 mil usam 8,6 vezes mais o espaço urbano que a população que ganha até dois salários mínimos. Os automóveis ocupam 50% do espaço urbano”, ressalta o diretor da Associação de ciclousuários da Grande Florianópolis (Via Ciclo), André Geraldo Soares.Soares diz que o problema é, muitas vezes, a prioridade nos investimentos. Ele cita o caso do Túnel Antonieta de Barros, construído em Florianópolis em 2002. Segundo ele a obra custou R$20 milhões e só beneficiou veículos motorizados, uma vez que é proibido o trânsito de pedestres e ciclistas. “Foi uma grande benfeitoria que não contemplou a todos”, afirma.O engenheiro Everaldo Valenga Alves, da gerência de sistema viário do Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis (IPUF), propõe o emprego do chamado “Traffic Calming”, que prioriza o pedestre, com melhorias nas travessias. “A proposta é fazer o contrário do que fazemos hoje: a rua é do pedestre e não dos veículos. O desenho das ruas é focado nas pessoas, com faixas largas, por exemplo”, explica.

Fonte:

Por Paula Scheidt, do CarbonoBrasil

domingo, 29 de junho de 2008

As 10 espécies do ano


O Instituto Internacional de Estudo de Espécies (IISE) divulgou a lista das 10 mais importantes espécies de 2007. O instituto, parte da Universidade Estadual do Arizona, pretende divulgar esse ranking a cada ano como forma de atrair atenção para a importância da taxonomia e do estudo das espécies.

Os vencedores, escolhidos entre milhares de possíveis candidatos, foram selecionados devido a seus nomes peculiares e à presença de atributos incomuns e surpreendentes, entre outros critérios.

1. Arraia elétrica decorativaCom poderosas capacidades de sucção, a Electrolux addisoni - uma espécie de arraia elétrica - faz jus ao nome científico que recebeu. Conhecida popularmente como arraia sonolenta, a espécie ocupa a primeira posição na lista das 10 mais importantes espécies de 2007, divulgada em maio de 2008 pelo Instituto Internacional de Estudo de Espécies (IISE).
2. Dinossauro gigante com bico de patoLocalizado por estudantes de segundo grau no sul do Estado norte-americano do Utah, em 2002, o fóssil do dinossauro data de 75 milhões de anos atrás, e é um dos maiores dinossauros dotados de bicos já localizados. O imenso crânio terminou por ser classificada como parte de uma nova espécie, a Gryposaurus monumentensis, em 2007.
3. O dragão-miriápode rosa choqueEsse novo miriápode descoberto na Tailândia conquistou a terceira posição com sua cor brilhante, que ajuda a alertar os predadores de que o animal não é uma espécie de confeito, mas sim uma presa repleta de espinhas e tóxica. O incomum hábito do miriápode de ficar sentado à plena vista dos potenciais predadores mesmo à luz do dia também faz com que estes o considerem como impalatável, de acordo com os pesquisadores.
4. A rã dos arbustos do Sri Lanka Uma espécie de rã que acaba de ser nomeada - depois de ser preservada em garrafa por mais de 150 anos - ficou com a quarta posição. Os cientistas decretaram que se tratava de uma nova espécie quando o espécime preservado foi reencontrado, no ano passado. Mas eles acrescentaram que essa rã, e outras espécies aparentadas, provavelmente já estão extintas.
Desde que a ciência da taxonomia assumiu forma mais refinada, no século 18, cientistas registraram cerca de 1,8 milhão de espécies na Terra. A maioria dos especialistas estimam que o número total de espécies deve chegar perto dos 10 milhões, em nosso planeta.
5. O taipan das cordilheiras centraisDescoberto em uma região isolada e árida da Austrália, em 2007, o taipan das cordilheiras centrais é uma das serpentes mais venenosas do mundo. A cobra deslizou para a quinta posição da lista em parte porque a identificação precisa da espécie pode ajudar no tratamento correto de sua picada.
A lista atrai atenção para a necessidade de ampliar nossos dados sobre a biodiversidade, diz Quentin Wheeler, entomologista e diretor do IISE. "Nós só conhecemos 10% das espécies existentes, e portanto estamos impotentes diante de muitas potenciais pragas e vetores de doença".
6. O morcego de cara listrada de MindoroO grande e carismático morcego de cara listrada de Mindoro só é encontrado na ilha de Mindoro, Filipinas. Ele se alimenta de frutas, e a única outra espécie do gênero foi localizada por Alfred Russell Wallace, colega de Charles Darwin, na ilha de Sulawesi, Indonésia. Identificá-lo adianta as pesquisas sobre espécies endêmicas, o que justifica sua inclusão na lista pelo IISE.
7. Novo cogumeloUma nova espécie de fungo, acima, foi descoberta no campus do Imperial College de Londres, crescendo bem por sob os narizes de alguns dos principais cientistas do mundo.
"A maioria das pessoas não percebe até que ponto nosso conhecimento das espécies é incompleto, ou está ciente dos avanços que os taxonomistas vêm realizando em seu estudo", disse Wheeler, do IISE. "Se você considerar as dimensões do desafio, perceberá que precisamos de mais gente e de mais coordenação".
8. Água-viva letalEssa espécie de água-via, a Malo kingi, foi batizada em honra do turista norte-americano Robert King, que morreu como aparente resultado de um ataque por espécimes do animal ao largo da costa de Queensland, na Austrália, em 2002. Notícias sobre o acontecido em 2002 ajudaram a conscientizar o mundo sobre essa nova e potencialmente letal espécie, que ocupa a oitava posição do ranking.
O IISE afirma que a descoberta de novas espécies pode ajudar nos esforços de conservação. A nova água-viva é a segunda espécie conhecida do gênero Malo, um animal bastante perigoso.
9. Besouro rinoceronteUm novo besouro rinoceronte localizado no Peru dispõe de uma estrutura em forma de chifre na cabeça que jamais havia sido identificada - a não ser em Dim, um personagem de Vida de Inseto, filme de animação da Disney/Pixar. Esse traço bizarro ajudou o besouro a conquistar o nono posto.
Na vida real, entre 15 mil e 20 mil novas espécies são descobertas a cada ano. Um relatório recente do IISE e seus parceiros aponta que, em 2006, 16.969 espécies foram nomeadas pela primeira vez na literatura científica.
10. A planta do bonequinho MichelinEssa planta gosmenta encontrada no oeste da Austrália entrou para a lista de 10 novas espécies mais importantes do IISE porque se parece com o bonequinho da Michelin. A espécie foi encontrada durante uma pesquisa de impacto ambiental conduzida para uma empresa de mineração, e é uma das 298 novas espécies vegetais nomeadas no ano passado apenas no oeste da Austrália.
Tradução: Paulo Migliacci ME
National Geographic

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Cientistas criam dispositivo baseado no princípio de automóveis híbridos para gerar eletricidade


Agência FAPESP – Acabou a bateria do celular, do tocador MP3 ou do GPS? Que tal recarregar aparelhos eletrônicos sem precisar voltar para casa, usar uma tomada e esperar? Melhor ainda: que tal fazer isso no meio da rua, enquanto caminha e usa energia gerada pelos próprios movimentos do corpo?A novidade está descrita na edição desta sexta-feira (8) da revista Science. Um grupo de cientistas de laboratórios nos Estados Unidos e Canadá desenvolveu um dispositivo para ser instalado nas pernas e que gera eletricidade enquanto o usuário caminha.Da mesma forma que os automóveis híbridos acumulam energia dissipada ao pisar nos freios – e a “reciclam” para uso no deslocamento do veículo –, o dispositivo armazena parte da energia cinética dos movimentos das pernas.Instalados nas duas pernas, os equipamentos geram 5 watts de eletricidade durante caminhadas leves. Energia suficiente para fazer funcionar dez celulares simultaneamente ou os laptops de baixo custo que estão sendo testados em países em desenvolvimento. Ao correr, a energia produzida chegou a 54 watts.“O fato é que há muita energia disponível em vários locais do corpo humano e que pode ser convertida em eletricidade. O joelho, por exemplo, é um dos melhores pontos”, disse Arthur Kuo, da Universidade de Michigan, um dos autores do estudo.Os pesquisadores testaram dispositivos em seis voluntários. Cada aparelho era composto por um pequeno motor montado em um chassi de alumínio, com gerador, correias, potenciômetros e conectores. Somados às bandas de borracha para fixar na perna, resultaram em um peso de 1,6 quilo cada um.“O objetivo era demonstrar o conceito. O protótipo é desajeitado e pesado e afeta o modo de andar, mas esperamos melhorá-lo de modo que seja mais fácil de usar e mais eficiente na geração de energia”, disse Kuo.Segundo os pesquisadores, além de servir como fonte de eletricidade em locais remotos, a tecnologia tem potencial para ser empregada no funcionamento de próteses robotizadas. Outros usos estariam em bombas de insulina implantadas ou para diminuir o fardo de soldados, que não precisariam carregar pesadas baterias de modo a operar dispositivos eletrônicos cada vez mais comuns em campos de combate.
Artigo publicado originalmente na revista sciensce, e aqui no Brasil, na Envolverde

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

O Carnaval e o Desperdício

A maioria das pessoas que me conhece sabe que o Carnaval não é minha data comemorativa predileta, mas não serei eu hoje que vou criticar a festa mais querida dos brasileiros! Mas é claro que não podia deixar de lembrar todo o desperdício que acontece no carnaval.
Conversando com a Carol lembrei que muitas escolas de samba, provavelmente todas, reutilizam grande parte do material utilizado por elas durante o desfile. E parece que esse reaproveitamento tem aumentado a cada ano. Isso é ótimo para as escolas de samba que economizam, e para o meio ambiente, que sofre menos com o consumismo.
Tudo bem até que as escolas de samba não estão tão "sujas", mas o desperdício que ocorre durante esse periodo é enorme. São latinhas de alumínio, garrafas, papeis de todas as espécies, fantasias, roupas, camisinhas e uma grande quantidade de embalagens, largadas por aí, sem contar a quantidade de carbono liberado para o transporte das pessoas e carros alegóricos, para a fabricação de fantasias e produtos comercializados nessa festa.
São Paulo já tem alguns eventos como a São Paulo Fashion Week, que são livres de carbono. Minha sugestão é que o carnaval de São Paulo também fosse. A prefeitura poderia fechar acordos com as cooperativas de catadores para que elas fizessem a limpeza do Anhembi e demais localidades onde ocorrem os desfiles; poderia incentivar com dinheiro mesmo, as escolas de samba que utilizassem maior quantidade de material reciclado em suas fantasias, bem como a coleta seletiva de seus ensaios, e devia plantar as arvores necessárias para compenssar a emissão de carbono durante o evento.
Com essa medidas eu admiraría ainda mais essa festa tão importante para o nosso Povo.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

O Desmatamento da Amazônia e as Medidas adotadas pelo nosso Governo

Bom, iniciamos esse ano com um grande aumento de quilômetros quadrados de árvores derrubadas, após dois ou três de uma ligeira diminuição, fato que nossa Ministra do Meio Ambiente se gabava. Com o aquecimento da economia, obviamente aumentou a procura por diversos produtos entre eles os de origem madeireira e agrícola, que são os grandes vilões da Amazônia.
Algumas medidas estão sendo tomadas para que esse crescimento no desmatamento seja revertido:
*Maior fiscalização e recadastramento das propriedades encontradas próximas a essas regiões;
*Proibição de desmatamento em 36 municípios da Amazônia legal;
*Bloquear autorizações de desmate; e
*Multar e embargar propriedades e proprietários que não respeitem a lei.
Na verdade, não sou contra nenhuma dessas medidas estipuladas pelo governo, para ser sincero, sou muito a favor, mas gostaria de saber como o governo brasileiro pretende fazer isso.
Somente se existissem vinte vezes mais funcionários do Ibama nessas regiões talvez eles dessem conta, não estou exagerando não, e o pior é que não para por aí. Em uma reportagem do jornal A Folha de São Paulo com um funcionário do Ibama de uma região do Mato Grosso de 92 mil quilômetros quadrados (equivalente aos estados do RJ e ES juntos), existem 3 funcionários e 4 carros, mas nenhum funciona, inclusive, quando o último quebrou eles tiveram que pegar carona com os madeireiros (é a mesma coisa se os políciais de São Paulo tivessem que pegar carona com os traficantes após uma batida... hehehe). Infelizmente O Governo Federeal e os das menores esferas não tem com fazer isso imediatamente, porque os madeireiros nem se importam com as multas que são cobradas e os fiscais não tem como fiscalizar.
Algumas dicas minhas para melhorar a situação são:
*Fazer um grande concurso público para diversas funções dentro do Ibama, com ênfase para essas áreas;
*Trabalhar em parcerias com ONGs que se interessassem;
*Firmar parcerias com grandes empresas que tenham interesse em aumentar o extrativismo consciente de produtos dessas regiões, principalmente indústrias farmacêuticas;
*Trabalhar com Instituições de Ensino de diversas regiões do país para desenvolver a região de forma contolada e aumentar a empatia do nossa população pensante; e
*Conceder por um determinado tempo e por determindao dinheiro áreas para o extrativismo da madeira de forma bem fiscalizada e controladamente.
Meu povo, a Amazônia e tudo que já foi descoberto e o que ainda está por se descobrir pode gerar muita riqueza para o nosso país, para nosso povo e para o mundo. Podemo encontrar novos medicamentos, alimentos, cosméticos, produtos renováveis, entre outras coisas, que farão essa preservação ser bem barata, vamos investir nela!!!

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

A Febre Amarela e a Dengue no Brasil

Começa o ano e mais uma vez o brasileiro está em pânico. Não se trata do PCC, nem nada tão drástico como o terrorismo (apesar de também sofrermos com a violência). Estou falando do caos causado nos postos de saúde, hospitais, rodoviárias e aeroportos pelo medo da população com uma possível epidemia de febre amarela. Apesar de nós Paulistas nos considerarmos a nata dos brasileiros, estamos demonstrando muita ignorância com essas filas. Isso porque o risco de epidemia é muito pequeno. Mas pior que isso esse risco sempre existiu e hoje não é maior que no ano passado por exemplo. Já me imunizei a 7 ou 8 anos e tenho mais dois anos de prazo de validade.
O que quero deixar claro é que a febre amarela silvestre (que acontece em regiões de mata) nunca foi erradicada ela só acontece em quantidades pequenas. Já a urbana foi erradicada, mas existe um pequeno potencial já a bastante tempo de ela voltar como a dengue voltou, até porque o agente etiológico ou vetor (aquele que leva a doença) em meio urbano é o mesmo, nosso famoso "amigo" Aedes aegypti. Então se uma pessoa contaminada com febre amarela vier se tratar aqui em São Paulo e for picada por um desses mosquitos a coisa pode se espalhar.
O que me deixa revoltado é que um país como o Brasil de imensas proporções e realidades distintas pode investir tanto em saúde, mas investir tão pouco na prevenção, isso economizaria muito tanto aos cofres públicos quanto aos privados. Não estou falando que deveríamos investir menos em saúde e sim que deveríamos investir muito mais em prevenção. Isso é feito em países que tem seu sistema de saúde saudável (desculpe o trocadilho), e como deu certo deveria ser feito aqui também. A nós caberia a função de sempre estarmos bem informados sobre doenças como estas e muito outras e estarmos contribuindo com a eliminação de focos da doença, Além de ficar com as carteirinhas de vacinação em dia, não só porque é a doença da vez e sim porque é necessário. Pensando nisso vou fazer minha parte. Hoje mesmo vou eliminar possíveis focos da dengue e verificar minha carteirinha de vacinação para ver se algum tempo de imunização está expirando.
Minha sugestão: Faça o mesmo!!!!!

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Reunião para novos voluntários

Quem deseja se tornar um voluntário da Fundação SOS Mata Atlântica deve esperar até o dia 15 de fevereiro. Nesta data, às 20h, os interessados podem participar da reunião para novos voluntários, que será realizada na sede da ONG, à Rua Manoel da Nóbrega, 456, Paraíso, São Paulo. No encontro são explicados os objetivos do Voluntariado da Fundação, como o grupo trabalha e as possibilidades de atuação.
Aqueles que se interessarem por participar efetivamente serão convidados para uma segunda reunião, chamada “Rito de Passagem”, que faz a ponte entre a chegada e as ações propriamente ditas. O Grupo de Voluntários da Fundação SOS Mata Atlântica existe há dez anos e realiza atividades em áreas como educação ambiental, direito, acompanhamento de políticas públicas, mobilização e incentivo à cidadania. Informe-se pelo email voluntariado@sosma.org.br

Outras datas das reuniões para novos voluntários em 2008
9 de maio;
18 de julho;
19 de setembro e
7 de novembro

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

O Início

Olá a todos!
Bem-vindos ao meu Blog Ambiente Urbano!
Nele trataremos de assuntos ligados a Biologia e a Ciência em geral, além disso o blog será um meio de comunicação com meus amigos e alunos, e estes ainda poderão conferir resultados de exercícios e algumas dicas do professor.
Espero que todos gostem e participem com sugestões, palpites e posts. E que possamos criar um ambiente criativo com muitas reflexões e algumas sugestões para melhorar o meio que vivemos.